Eu tô dançando com a vida!
Como diz o meu primo Macedo, não o Bispo, "eu tô que nem bola. Pra onde me chutarem eu vou". Aqui em Miami é mais ou menos assim. Fazendo alguns programas que eu quero, mas indo na balada da galera aqui da casa. Estou com o Tomáz (vou escrever o nome dele diversas vezes e de diferentes modos), a Thereza (o nome dela também), a Giovana e o Rodrigo (filhos da The) e o Henrique. And who the hell is Henrique? Pois é.
Sexta feira foi tranquila. Eu tô com preguiça de ver até onde eu escrevi o outro post, mas tenho certeza que não falei do nightclub que eu fui com a Joca (sim, esse é o apelido da Giovana por aqui). O bar permitia a entrada de menores de 21, mas eles não poderiam beber. A Gio e a amiga dela, a Dani, tinham 18, mas acabaram ganhando uma pulseirinha lá que indicava que elas podiam, sim, beber. Estranho, né? Depois a gente acha que o atendimento falho e a desatenção são problemas só do Brasil.
Aí, como elas não eram de ferro, começaram a beber comigo. Foram shots, drinks (porque em Miami não rola pinga) e um balde de cerveja até que, sem saber de onde aquele cara de 2 metros saiu, o dono do bar pediu as IDs das duas. Lógico que elas perderam as pulseiras, mas nos permitiram continuar no lugar lá. E elas continuaram bebendo. Jeitinho brasileiro, a gente vê por aqui. Saímos às duas e meia, mas pra mim já eram cinco da manhã. O fuso horário tá me matando.
Sábado a gente acabou acordando tarde. No café, entre discussões literárias com a Thereza, fiquei sabendo da chegada do Henrique, um primo dos meninos aqui que está fazendo intercâmbio e veio passar um tempo em Miami, assim como eu. Foi tudo tranquilo, tirando a DR do Rodrigo com a namorada que foi até bom pra mim. As vezes que eu entrava no quarto ficava ouvindo ele falar, sem me ligar na conversa, lógico, mas pra pegar vocabulário. Um homem discutindo com a namorada precisa de muito vocabulário.
Fomos buscar o Primo 2 no aeroporto e fomos comer costela! Sim, tipo Outback, mas no Flanings, Flaningans, sei lá. Mas sei que era um bar de pescadores muito maneiro! Ah, e a costela tava ótima. Não preciso nem dizer que comi muito. Fiquei até dormir sem comer mais nada. Esse troço enche um bocado! Depois fomos a um Mall onde o Rodrigo tinha que fazer as sobrancelhas. Imagina aí um cara forte, 1,90m, bonito, barba bem feita, todo arrumado, fazendo as sobrancelhas. Peraí, até que bateu com a descrição. Diz ele que é preciso manter a imagem. Ah, Rodrigo é segurança em um nightclub em Miami Beach.
Voltamos pra casa, assistimos Projeto X e tomamos sangria. Acabou que o sábado, que poderia ter sido melhor aproveitado, não foi. Mas isso dependendo do ponto de vista. Ficamos por aqui mesmo, conversando e bebendo. E o fuso horário me pegou com tudo. Nove da noite eu já tava capotando. Ainda assim, acho que era efeito da bebedeira da noite anterior. Fui dormir relativamente cedo.
Agora cá estou eu! Domingo de manhã, indo tomar café e sem saber o que fazer mais tarde. Tem show do Aerosmith, mas ainda não me convenci de ir. Sei que vou me arrepender se não for, mas eu não tô sozinho aqui né? Dependo de alguém que me leve até Sunrise, que é meio longe. Foda. Mas o importante é aproveitar o que a gente pode. E isso eu tô.
Vamos com tudo! ;)
Gustavo Lacombe Sant'Ana
ps/obs.: comprei um livro! É! Quando estávamos no Mall, pra não perder a viagem, comprei um livro que tinha visto na sexta na livraria em Coconut Groove. "Steal Like an Artist" fala sobre o processo criativo. Muito legal.
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