segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Operação Snowboard: Sucesso!

Me Namora, que quando eu saio eu sei que você chora... - tocando agora.

Hey, povo! Tudo bem? Então, demorei pra escrever, né? Mas queria dizer que tá tudo bem, que está tudo uma maravilha e, principalmente, branco. É, tem nevado bastante, apesar de ser molhado e isso não ser tão bom. Já contei aqui como foi o primeiro dia e hoje, no terceiro, vou só falar algumas coisinhas mesmo.

Bom, o segundo dia de snow foi melhor que o primeiro. A confiança vai voltando aos poucos e as pistas da montanha vão sendo desvendadas e dominadas pouco a pouco. A visibilidade ontem não ajudou muito. Por isso, acabei não indo a nenhuma preta. Ainda. Segunda, terça e quarta a montanha não vai abrir. Hoje eu fiquei em casa, mas amanhã é capaz de eu ir com os outros meninos para Sugar Bowl, uma estação grande que tem aqui do lado.

Tô meio entediado. Como eu não sou funcionário eu não tenho alguns privilégios que os outros tem. Justo. Por isso eles acabaram saindo hoje, outros foram fazer compras e o Anexo está vazio. Pediram pra eu fazer sala pra umas meninas brasileiras que chegariam hoje. Tô esperando. Tenho certeza que na hora que eu tiver ocupado com alguma coisa importante e boba elas vão chegar e tirar toda a minha concentração. Lady Murphy.

Rádio Donner:
Forasteirooo... no litoraaaal... - Eu aqui, o carioca que mais gosta de neve em Lake Tahoe.

Próximos dias poderemos ter novidades. Vou deixar o clima de suspense no ar e me despedir por aqui. Vou postar algumas fotos da montanha, do tanto de roupa que eu uso pra fazer snowboard e outras coisas.

Valeu!

Gus

ps.: / obs.: Fotos!








sábado, 15 de dezembro de 2012

Impossível Comparação

É preciso separar as coisas, principalmente quando elas parecem não se separar. - Antigo novo provérbio Chinês inventado agora.

Depois de um dia inteiro de viagem, seis longas horas para Los Angeles, uma chata hora para Reno e a chegada no frio de verdade, a Operação Snowboard começa a entrar na sua fase principal. A crítica, que foi sexta, saiu muito bem obrigado. Tudo certo, tudo feliz, tudo nos conformes. No vôo para LA encontrei com Alex, um peruano enrolado que dividiu o apartamento comigo no Circus Circus Hotel & Casino, em Reno. E também encontrei com a Natali, outra peruana que está enrolada com as coisas do Social Security.

Chegar em Reno foi tranquilo. Fomos para o hotel, tomei um banho e a gente saiu pra ir ao Wal Mart e a bus station. No Wal Mart foi aquilo, né, comprar botas, calça de neve, comida, e outras amenidades. Ficamos duas horas no mercado. Sim, o peruano enrolado demorou porque precisava comprar uma câmera nova e ligar pra casa. Mas, no fundo, Alex é um cara bacana. Ele está na Rocky House, uma casa alugada por uma menina do Rio que eu conheci. Eu tô no Annex, que literalmente fica anexo ao lado colado junto ao lodge da montanha.

Aliás, a viagem de Reno para Truckee, às 6:30 AM, foi ótima. Tirando o fato que o cara na rodoviária pediu pra eu tirar 7,5 kg da bagagem porque estava com sobrepeso, foi tudo bem. A vista do sol nascendo por de trás das montanhas da Califórnia é linda. Tudo branquinho, bonitinho, e eu quentinho. Lá fora tava um frio da porra.

Em Truckee, cidadezinha do mesmo tamanho ou menor que Windham, eu fui direto pra um lugar chamado Wagon Train Coffee Shop. E é aqui que as comparações começam. Sei que não deveria, mas é impossível não associar as coisas que se passam aqui com as que vi em Nova York. Vou ficar duas semanas, mas aqueles três meses vão passar como flashes na minha cabeça toda vez que algo semelhante acontecer. No Café, a moça que me atendeu foi super gentil. Me arrumou o telefone dela pra eu ligar pro Diogo e para o táxi. Eu lembro da também gordinha moça da Gas Station, que não era tão gentil com todas as pessoas, mas era comigo.

De táxi, indo para Donner Ski Ranch, não vi nada diferente. A não a ser a neve, a estação fica subindo o Donner Lake, que tem uma vista sensacional em um mirante, e a estrada em nada se parece com a que leva para Windham. Cheguei, encontrei com o Diogo no lodge e vim colocar minhas coisas no Anexo. Aí...

Aí, eu vi o tamanho de tudo. Eu divido a casa com mais umas 15 pessoas e é a mesma bagunça da Beck. Um dia aqui e já vi que aquela coisa de cozinhar e deixar sujo, comer e não lavar, levar o lixo pra fora, limpar a cozinha, a sala... vai ser tudo a mesma merda. Eu vou ficar pouco tempo, mas imagino as brigas que existirão aqui porque o banheiro está sujo e ninguém se importa de tomar banho e cagar num lugar assim. O povo vai sofrer muito com os peruanos.

A montanha em si é pequena. Depois de pegar o passe e alugar as coisas, parti para ver com o que estava lidando. Windham não era tão pequena, mas era tão acolhedora quanto Donner. Aqui é muito família. Existem muitas crianças aprendendo a andar de ski e snowboard, e os tíquetes são muito baratos. Um dia aqui custa 20 dólares. Em Squaw Valley, um dos maiores resorts dos EUA e perto daqui, custa 150.

Comparando mais algumas coisas, eu conheci o Daniel, que em muito se parece com o Nilo, o casal Ítala e Vinícius, que se parecem com a Yasmin e o Hugo, e a Fran, que consegue ser mais doida que a Mariana. Existem outros brasileiros também, mas não deu tempo de associá-los. Ah, tem a Helena, que pra mim bate com a Carina. E todo mundo é gente boa. Windham Brasil só vai existir um, mas me permitam sentir saudades daquela época imaginando vocês aqui.

Bom, mas e o snowboard? Isso tá bem parecido ainda. Cheguei a conclusão que é como andar de bicicleta. Não desci nenhuma preta ainda, mas já fui no maior lift daqui. Pra vocês terem noção, Donner não tem snowmaking (pena), mas a região tem muita neve natural. Tudo bem que só abriu hoje (sim, cheguei no primeiro dia da temporada), mas durante a temporada isso aqui vai ficar que nem as roupas que eu lavo com Vanish, muito mais branco.

Não caí, apenas joguei um pouco de neve em mim quando fui parar e não controlei. Delícia. A montanha tem umas trinta trilhas e não vai ser rápido de completar todas. Mas a gente tenta, né? Tô adorando isso aqui. Se eu tinha a vontade de fazer mais snowboard, estou matando aos poucos. Só não tinha saudade do frio. É tenso.

Um beijo gelado para vocês.
Um abraço pra esquentar.

Gustavo.

ps.: / obs.: Como funcionários de Donner (sim, eu me encaixo), a gente pode ir a Sugar Bowl, uma grande montanha com mais de OITENTA trilhas aqui perto. Aliás, é só atravessar a rua e andar um pouco que chega lá. Sweet!

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Acabou Maiama.

Tudo o que é bom dura pouco. O melhor, você nem vê passar. - G. Lacombe

É isso aí, galera! Sem chorumelas, acabou a estadia em Miami. Este é o último reporte desta cidade abençoada por Deus e cubanizada por natureza. Miami é linda, tem lugares ótimos para se visitar, conhecer, comer e, principalmente, beber. E ontem a gente teve mais uma prova disso.

O dia começou tranquilinho. Todo mundo acordando numa boa, tomando café e esperando o Montanha. Mas quem é o Montanha? É um amigo do meu pai que mora aqui na Florida há muito tempo e tirou um dia de folga pra poder me levar para passear. E foi muito bom. Eu e o Primo 2 nos arrumamos e partimos para a grande aventura de conhecer Miami e suas lojas superbaratas.

Anota aí os preços do bazar: Ferrari Black, 20 dólares. Camisa da seleção Brasileira, 40 dólares. Casaco da Puma Ferrari, 38 dólares. Camisa na Aeropostale, 4 dólares. É amigo.

Rodamos por Downtown, ficamos à caça de um banheiro (que aqui custa 25 centavos, mas se alguém estiver saindo, você aproveita a abertura da porta e entra. Fácil.), e nos mandamos para o Sawgrass Mills lá pelas 3 da tarde. O horário meio apertado acabou nos fazendo ficar pouco tempo lá. E que bom. Meu dinheiro já tinha acabado mesmo.

Eu tô com sono. Vou viajar daqui a pouco pra Reno fazendo escala em Los Angeles e estou morrendo de sono. Acabei conversando com a Gio e o Henrique até duas da manhã tendo que acordar às sete. Deve ser a vontade de aproveitar tudo até o último minuto. Estou sentado à mesa do café com a Tereza arrumando as coisas. E você aí vai me perguntar por que eu não estou ajudando, certo? Hehe.

Ontem à noite nós fomos a um Japonês/Thailandês. A comida era ótima e um roll já foi suficiente para dar conta da fome, que nem era tanta. Tinha almoçado uma dessas quentinhas de arroz e frango teryaki, que sempre vem mais do que você aguenta comer. Ah, a cerveja também era uma delícia. Sapporo, ou algo como sabor em italiano. Mas diz o Tomas que era japonesa mesmo. Mas fermentada e engarrafada no Canadá. Enfim, globalização, né?

Antes disso eu tinha dado uma volta no A6 do Rodrigo. Um puta carro! Namoral, que carro foda. Cara, lindo o carro. Parece um parque de diversões. TEM WI-FI NO CARRO!! Muito tenso. E anda muito. E muito maneiro. Eu não consegui parar de falar do carro por uns dez minutos. Depois, lembrei que não vou entrar mais um desse por um longo tempo. Fiquei triste. Rs.


Vou lá comer! Bom dia para todos!

Gus Lacombe Sant'Ana



ps.: / obs.: Indo para a neve agora. Reno, NV, tá frio. É lá que eu ficarei hoje e onde vou passar pela aclimatação para ir embora pra Norden, onde fica a estação de ski. Tá nevando. Vai tá rachando de frio. Espero que hoje dê tudo certo. Quero snowboard nesse fim de semana!


quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

100 Montaditos

As promoções mais loucas que eu já vi.

Estou falando de quarta. Por favor, não se percam! Apesar de hoje ter sido um dia ótimo, vou falar do temido 12/12/12. Pra variar, visitamos mais um ponto turístico muito procurado pelos brasileiros: o shopping. Não lembro o nome direito, mas fui lá dar conta de alguns pedidos feitos, de outros mandados e presentes. Ah, os presentes. Não comprei nem o raio do meu presente do amigo oculto, mas já comprei presente até pro papagaio. Mentira. Tô comprando presente pra mim mesmo.

Foi legal. É, simples assim. Shopping é aquela coisa consumista de entrar em loja em loja perguntando preço, sabendo que o seu cartão não vai passar e que você não tem dinheiro pra levar tudo que você quer. O diferencial é que aqui eu choro em dólar. Passei trinta vezes na frente da Lacoste com vontade de levar a loja inteira. Não dava nem pra comprar um cinto. A gente reclama dos preços no Brasil (podem continuar reclamando, porque é caro mesmo), mas aqui tem coisas que nem são tão vantagens.

Voltamos. O legal dessa experiência é que andamos de Metrô. Ah, já falei disso também, certo? O metrô que não é debaixo da terra, parece um monorail e custa DOIS dólares a passagem. Caro, né? Mas como quem converte não se diverte, vamos parar de pensar assim. Quando eu voltar serei obrigado a pagar 3 reais numa passagem de ônibus... Meia para estudante já!

O melhor da tarde foi comer o churros da ChurroMania. Vocês não tem noção do tamanho daquele churro com Nutella. Sim, nutella. Churro recheado com nutella. Eu vou repetir: um churro gordíssimo, recheado com nutella e com nutella por cima! Era muito light. Comi de sobremesa com a Gio e o Henrique. Isso era quatro da tarde, fiquei até dez da noite sem comer mais nada. E tenho certeza que a culpa foi do churro com NUTELLA.

Eu quero que o mundo acabe em Nutella, pra eu morrer de colherzinha na mão.

De noite a gente saiu. Foi pro restaurante que dá o título ao post. 100 Montaditos é um restaurante espanhol com franquia em diversos países e que acabou de chegar por aqui. Fiquei sabendo pelo letreiro que repetia isso sem parar dentro do restaurante. É uma ótima loja também para se ter franquia no Brasil. E a gente foi no melhor dia, a Quart-feira da carne no Guanabara, sabe? Era dia de sanduíche por um dólar e cerveja de 500ml por um dólar também. Delícia. O único porém era que tava quente. E era uma merda. Mas por 1 mísero dólar, tava valendo.

Ah, mas quem fomos ao 100? Eu, Gio, Primo 2 e a Dani, a amiga brasileira da Gio.

Mas como a noite é uma children, saímos de lá e fomos para a balada! Pra Night! Pro Crime! Quer dizer, pro crime não. A gente foi pro mesmo clube de sexta, onde num vacilo de criancice, deixamos que o dono nos pegasse e visse que éramos underaged. Quer dizer, as meninas. O Henrique é dimaior e bebe legal.

Pra variar, fizeram cagada. O menino da porta do clube fez. Deu uma pulseirinha de maior de idade pra Dani. O cara não deve saber fazer conta de matemática, tudo bem. Mas, como todos iriam beber do mesmo jeito, ele só ajudou a gente. Pedimos logo mais um Pitcher de cerveja e tome-lhe cachaça! Quer dizer,  Dos Equis. A cerveja era boa, e gelada ainda. Tava perfeita.

Ficamos até umas três da manhã. Fiquei bêbado. Missão cumprida. Voltamos e eu desmaiei.

Amanhã de manhã eu to indo pra Reno, NV. Vou acordar cedo e escrevo pra vocês como foi hoje o dia de compras com o Montanha e a voltinha no A6 do Rodrigo.

See You!

Gus Lacombe

ps.: / obs: O fato engraçado foi que a mãe da Dani ligou pra ela e ela teve que explicar que no dia seguinte, quando teria que acordar às 5 e meia da manha, ela não tinha aulas importantes. A gente sai do Brasil, mas o jeito de mentir brasileiro não sai da gente.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Keep Bowling

O importante é competir. (ditado usado pela maioria dos perdedores)

As pessoas aqui estão assustadas. Todo dia eu acordo lá pelas nove horas, sem despertador e feliz. Dizem que eu estou dormindo pouco, que eu preciso descansar. O que elas não sabem, ou pelo menos ainda não se tocaram, é que às nove, pra mim, já é meio dia. Meio dia, perto do almoço, missão cumprida de passar a manhã dormindo... Eles não entendem o meu Brazilian Way of Sleeping. Tudo bem. Eles vão me dar razão um dia.

Assim, acordando cedo, tá dando tempo de ficar mais tempo sem fazer nada. Hoje, por exemplo, eu tirei a Gio e o Primo 2 da cama pra gente poder rodar por Miami. Eles ainda estão no quarto dormindo, depois de duas horas que eu chamei. Tudo bem. O balde d'água já tá preparado aqui. Bom, preciso começar a fazer as compras. Aliás, o que pediram pra comprar. Tô num regime de regulagem de gastos. A única coisa que não tá regulada é o regime. Não tenho comido muito, mas não me importo se um ou dois kilos extras se instalarem. Perco isso com as corridas no Verão carioca em Janeiro.

Tá tocando Claudinho e Buchecha. Aquela que fica falando o nome do bairros. Se essa música fosse um tabuleiro de War e eu tivesse que colocar as fichas de acordo com o que eu conheço, eu tava fudido. Conheço Cidade de Deus, Taquara e Salgueiro. E olhe lá! "Nosso sonho não vai terminaaaaááár!". Enfim.

Aí, a gente saiu pro Henrique poder cortar o cabelo. Tava feio pra caramba mesmo. Dezessete dólares bem pagos pra repaginar o visual. O Rodrigo, meu primo metrossexual daqui, foi quem escolheu o salão. Bem metrossexual. Eu aproveitei pra rodar pelas ruazinhas em volta e, adivinhem, só olhei vitrine. Lugar de brasileiro é no Outlet, não nas ruas normais de preços salgados de Miami. Quer dizer, isso se você não tiver um cartão de crédito com limite muito alto.

Voltamos pra casa e, aahhh, ontem eu almocei um arroz frito típico da culinária cubana! Uma delícia! Preciso pegar essa receita. Aliás, ainda nem fiz o brownie aqui. Disse que faria pra poder pagar um pouco da estadia. De tarde, antes de irmos ao Dolphin Mall, assisti uma tevezinha, dei aquela morgada, publiquei na página: https://www.facebook.com/pages/Gustavo-Lacombe-Textos-ideias-e-poesias/141345162635952 ; e me arrumei. Lá pelas 7 a gente partiu pro shops.

O Dolphin é gigante. Só não é maior que o Sawgrass. Pra você ter idéia, eu, sem dinheiro pra gastar, demorei uma hora pra andar metade do shopping vendo as vitrines, entrando em loja e pesquisando o preço das coisas. Imagina quem vem regado e pronto pra deixar a alma em Miami? Passa uma semana lá dentro! Mas valeu. Comprei uma touca da Ferrari! Cheguei aqui e lembrei que não tinha gorro pro frio. Touca e gorro é a mesma merda, né?

IIHHHHH tá tocando um sertanejão agora! "Quem esqueceu não chora / quem chora ainda lembra / Quando se esquece rasga / Não se rabisca agenda!". Que delííííciaaaa! ÊÊÊÊÊ Coraçãããão...

Depois do passeio no gigante a gente (a gente quem? Eu, Terheza, Gio, Henrique, Rodrigo, Raquel e Nicole - namorada e filha da namorada do Rodrigo, respectivamente) comeu num restaurante legalzinho. Nada de demais. Alimentados, fomos jogar boliche! Aeee! O principal do dia e que não tinha mencionado até agora, certo?

O Tomás chegou na hora de começarmos e mandou logo um strike na primeira bola pra intimidar. Eu? Na primeira eu errei as duas chances. Na segunda, fiz um strike. Vai entender. Aqui é 8 ou 80! Rsrsrsrs. E foi divertido. Jogamos duas partidas e eu fiquei em primeiro nas duas. Sim, eu ganhei. O Tomás? Po, ele jogou sozinho! Entre os que não sabiam jogar eu fiquei em primeiro. Essa coisa de segundo é muito Vasco pra minha cabeça.


Fiquei realizado! Queria muito jogar boliche aqui, um esporte que é muito difundido aqui e a gente vê tanto nos filmes e nos Simpsons. Tinha que vir. Depois do show do Aerosmith, do jogo da NBA, jogar boliche foi mais um programa MUITO maneiro de se ter feito. Colecionando memórias, colecionando sorrisos, sendo feliz.

Beijos a todos!

G. Lacombe

ps.: / obs.: A gente voltou do shopping no Caprice 94 do Tomás. É um carro velho, meio acabado, mas muito confortável e que não dá problema. Diz ele que não leva no mecânico, não leva pra trocar óleo, não faz nada. É meio que ligado no foda-se o carro. Você coloca a gira a chave no "foda-se" e sai andando. Impressionante. Carro aqui parece ser feito pra durar, não pra você trocar de ano em ano. Ah, e é MUITO mais barato. Camaro amarelo? Aqui é pinto!


Música da vez: Clocks - Coldplay!

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Let's Go Heat!

Let's Go Heat! - principal canto no jogo de basquete do Miami Heat.

O nome do time é bem apropriado. Miami Heat, ou o Calor de Miami numa tradução bem bunda. Isso aqui tá muito quente, e o problema é que não tem uma Ipanema pra poder nos refrescar. O time de basquete, com Lebron, Wade, Bosh, Allen, Miller e outros caras muito fodas, deu, pelo menos, um belo refresco aos olhos de quem foi assistir a partida entre o time local e o Atlanta Hawks, do barbudo Stevensonfenson - svenson - stafson, sei lá. É um negão grande pra raio que joga muito e que o Lebron tava marcando frouxo.

Ah, peraí. Como eu cheguei ao jogo, certo? Então, eu contei ontem que talvez fosse assistir na American Airlines Arena, a casa do Miami na NBA, né? E eu fui! Oh! Acordei cedo, fiquei esperando horrores a Giovana e o Henrique acordarem, a Tereza chegou, a gente almoçou com o Tomáz, viu tv, eu assisti o mid-season finale de The Walking Dead, joguei angry birds, e só lá pras 5:30 a gente decidiu sair. Já estava decidido, mas o dia foi bem pouco produtivo. Lembra quando eu falei que aqui as pessoas se programam pra fazer uma coisa e olhe lá? Então, ontem fizemos duas! AEEE!

Saímos de casa e pegamos o metrô. Nunca mais um reclamo que o Metrô do Rio é uma porcaria. Quer dizer, continua sendo, mas o daqui é algo tão xoxo, tão sem graça. ALIÁS, o sistema de transporte público daqui é, segundo palavras de pessoas que moram aqui, uma grande MERDA. Sério. O carro é tão barato que nem vale a pena investir nos ônibus. Mas, como mortais que somos, fomos de metrô, que também não é por baixo da terra. É tipo um monorail. E, pelo menos, ele nos levou de onde estávamos a onde queríamos. Mission Accomplished, right?

Chegando lá descobrimos que não tinha mais cadeira junta vendendo. Não as mais baratas. Mas por uns módicos 300 doláres, sim. É, não deu. Quando achávamos que não entraríamos e não assistiríamos e nos descabelaríamos, eis que surge o salvador da pátria de qualquer turista desesperado: O CAMBISTA! Sim, aqui tem. E eles falam espanhol, inglês e arranham o português. Os do Brasil só arranham o português e se viram na mímica. Ligamos o bom e velho foda-se (peraí, ligamos - quem estava comigo? Ahá! Eu, Gio e o Primo 2, o Henrique), pagamos um pouco a mais por ingressos que custavam dez doláres e FOMOS! UHUL!

O melhor do show é a apresentação do time, mas toda a partida é um grande show. Tem um narrador na quadra que diz quem fez os pontos, tem um telão pedindo pra fazer barulho, tem as dancers, os placares mostram todas as estatísticas, a galera entrando no clima, e tem o time do Miami que joga para pênis. Tudo bem que, até o intervalo, o jogo tava acirrado. O Miami frouxo na marcação, o Barbudo que eu falei lá no começo anotando várias de três, mas no terceiro quarto, quando o time da casa abriu sete de vantagem e chegou a ter doze, não deu mais pros caras.

Foi só curso básico de administração. Enquanto os caras se desesperavam por não conseguir fazer as de três, o Heat vinha e metia uma de dois, tinha uma falta, o Wade fazia uma jogadaça e a torcia crescia. E fim. Não deu pros Hawks. Foi 101 a 92. Belo placar. Saímos da AAA e fomos direto para o Bayside, que é um shoppingzinho a céu aberto em Miami Downtown e que é muito legal. É colado no Porto e era um lugar muito procurado por turistas, que agora vão todos pro Sawgrass, Dolphin, Aventura...

Jantamos no Hooters. Pra quem não conhece, é um restaurante ótimo para se levar a namorada ou aquela gatinha no primeiro encontro. Se o cara ficar olhando nos seus olhos o tempo todo, pode casar. As garçonetes de shortinho e blusa decotada vão fazer de tudo para chamar sua atenção, mas seja forte. Você consegue não olhar para aquelas americanas sem bunda e com o peito comprado. E até que eles te ajudam. Tem umas trocentas televisões passando tudo quanto é esporte para você não se distrair com uma minissaia laranja que acabou de passar.

Os meninos? Ah, tinha uma mesa de moleques do nosso lado (ah, nosso agora já se refere a nós três do jogo mais a Theresa e o Tomás) babando cada vez que a menina ia atendê-los. Divertido demais. E o sanduíche tava ótimo. Ponto para o restaurante. Acabada a refeição, viemos pra casa, assistimos um filminho e fomos nanar porque hoje é dia de boliche! Rezem para eu conseguir jogar a bola e não ir junto!

Beijos, beijinhos e beijocas para todos.

And Let's Go Heat!

Gustavo

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Aerosmith, Baby!

"Dream on
Dream until your dream come true!"

É o maior ensinamento que o Aerosmith pode dar a um fã da banda. Sonhe. Sonhe mesmo até que tudo comece a virar realidade. Já não dá pra esconder que eu fui no show, né? E que show. Ainda bem que eu fui. Os 60 dólares mais bem gastos da viagem. Bom, existem diversas definições e afirmações para o domingo, mas espetacular (e, por favor, nada tem a ver com o programa da Record) é o que melhor se encaixa.

Ontem eu parei no café, certo? Aí eu comi, fiquei de bobeira aqui, pensando se casava, comprava uma escada ou ia pro show. Pra variar, como aconteceu hoje, o Henrique e a Giovana dormiram até altas horas. Ah, não. A Gio foi trabalhar. Tá certo. Saímos eu, Tereza e o Primo 2 pra dar uma volta de carro. Não se assustem se for pouca coisa. A sempre tem os afazeres dela e aqui parece que se programa a vida para apenas uma coisa por dia. Não é uma reclamação, mas as coisas são mais bem planejadas assim. Depois de alguma deliberação, ficou certo que iríamos a Sunrise tentar ir ao show.

Sim, tentar. Até umas 5:30 pm a gente não tinha ingresso. Faltando pouco menos de duas horas pro show, eu e o Henrique (que foi comigo ao concerto), não sabíamos se conseguiríamos os tickets. Bom, conseguimos. Nossa, esse texto tá ficando uma merda. Eu mesmo, que fui, tô perdido na história. Desculpa, deve ser a pressa porque já já vamos ao jogo do Miami Heat. Sim! Mais um programa bem americano. Amanhã tem boliche.

ENTÃO, chegamos em Sunsire, que fica a uns trinta quilômetros de Miami (três horas de ônibus, segundo o Google Maps), compramos os ingressos numa boa, sem fila e onde queríamos. Fomos ao Sawgrass, um dos maiores shoppings da Grande Miami e lotado de brasileiros que vem aqui só para comprar, comprar, comprar e comprar. Almoçamos (sim, às 5:30 a gente estava almoçando) no Cheesecake Factory. Muito bom por sinal, vale a pena investir numa franquia no Brasil. Alô, empresários! Terminamos com tempo de sobra para ir ao BB&T Center, a HSBC Arena deles aqui.

O primeiro show foi o Cheap Trick. Uma banda que tinha um guitarrista muito presepeiro, mas gente boa. A banda também era boa, mas tirando a música dos Beatles que eles tocaram, eu não conhecia nada. Enfim, faltou cultura do Rock pra mim. Entraram 7:30 e saíram 8:30. Muito pontual. Os outros trinta minutos esperando o Aerosmith foram fodas. Tensão, a galera entrando (o show não teve a lotação completa), e quando as luzes finalmente se apagaram, começava o Music from Other Dimension Tour para nós.

E foi uma porrada mesmo. Um sucesso atrás do outro, Steven Tyler cheiradão no palco e a galera delirando. Jaded, Toys in the Attic, Pink, Love in the Elevator, Dream On e Sweet Emotion foram os sucessos que reconheci. Eles tocaram algumas do novo álbum, outras muito famosas também (mas não pra mim) e ficaram devendo. É, nada poderia ser perfeito. Por melhor que tenha sido o show, eles não tocaram Crazy, I Don't Wanna Miss a Thing, Cryin', Fly Away From Here e What Could Have Been Love. MAS FOI FODA!

Saí de alma lavada. Feliz da vida por ter ido. Voltei morrendo de sono. Acho que o fuso ainda tá me confundindo, mas tudo bem. Estar naquele estádio e ver uma das bandas que gosto foi uma experiência única. Acredito que essa viagem seja com esse propósito mesmo, ter experiências únicas. E elas estão vindo.

"Dream On, everybody!"



Gustavo Fucking Lacombe Sant'Ana

ps.: É assim que o Steven fala do Joe Perry: Joe Fucking Perry, ou algo como o Porra do Joe Perry. Mas ele jura que é carinhoso.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Eu tô dançando com a vida!

Como diz o meu primo Macedo, não o Bispo, "eu tô que nem bola. Pra onde me chutarem eu vou". Aqui em Miami é mais ou menos assim. Fazendo alguns programas que eu quero, mas indo na balada da galera aqui da casa. Estou com o Tomáz (vou escrever o nome dele diversas vezes e de diferentes modos), a Thereza (o nome dela também), a Giovana e o Rodrigo (filhos da The) e o Henrique. And who the hell is Henrique? Pois é.

Sexta feira foi tranquila. Eu tô com preguiça de ver até onde eu escrevi o outro post, mas tenho certeza que não falei do nightclub que eu fui com a Joca (sim, esse é o apelido da Giovana por aqui). O bar permitia a entrada de menores de 21, mas eles não poderiam beber. A Gio e a amiga dela, a Dani, tinham 18, mas acabaram ganhando uma pulseirinha lá que indicava que elas podiam, sim, beber. Estranho, né? Depois a gente acha que o atendimento falho e a desatenção são problemas só do Brasil.

Aí, como elas não eram de ferro, começaram a beber comigo. Foram shots, drinks (porque em Miami não rola pinga) e um balde de cerveja até que, sem saber de onde aquele cara de 2 metros saiu, o dono do bar pediu as IDs das duas. Lógico que elas perderam as pulseiras, mas nos permitiram continuar no lugar lá. E elas continuaram bebendo. Jeitinho brasileiro, a gente vê por aqui. Saímos às duas e meia, mas pra mim já eram cinco da manhã. O fuso horário tá me matando.

Sábado a gente acabou acordando tarde. No café, entre discussões literárias com a Thereza, fiquei sabendo da chegada do Henrique, um primo dos meninos aqui que está fazendo intercâmbio e veio passar um tempo em Miami, assim como eu. Foi tudo tranquilo, tirando a DR do Rodrigo com a namorada que foi até bom pra mim. As vezes que eu entrava no quarto ficava ouvindo ele falar, sem me ligar na conversa, lógico, mas pra pegar vocabulário. Um homem discutindo com a namorada precisa de muito vocabulário.

Fomos buscar o Primo 2 no aeroporto e fomos comer costela! Sim, tipo Outback, mas no Flanings, Flaningans, sei lá. Mas sei que era um bar de pescadores muito maneiro! Ah, e a costela tava ótima. Não preciso nem dizer que comi muito. Fiquei até dormir sem comer mais nada. Esse troço enche um bocado! Depois fomos a um Mall onde o Rodrigo tinha que fazer as sobrancelhas. Imagina aí um cara forte, 1,90m, bonito, barba bem feita, todo arrumado, fazendo as sobrancelhas. Peraí, até que bateu com a descrição. Diz ele que é preciso manter a imagem. Ah, Rodrigo é segurança em um nightclub em Miami Beach.

Voltamos pra casa, assistimos Projeto X e tomamos sangria. Acabou que o sábado, que poderia ter sido melhor aproveitado, não foi. Mas isso dependendo do ponto de vista. Ficamos por aqui mesmo, conversando e bebendo. E o fuso horário me pegou com tudo. Nove da noite eu já tava capotando. Ainda assim, acho que era efeito da bebedeira da noite anterior. Fui dormir relativamente cedo.

Agora cá estou eu! Domingo de manhã, indo tomar café e sem saber o que fazer mais tarde. Tem show do Aerosmith, mas ainda não me convenci de ir. Sei que vou me arrepender se não for, mas eu não tô sozinho aqui né? Dependo de alguém que me leve até Sunrise, que é meio longe. Foda. Mas o importante é aproveitar o que a gente pode. E isso eu tô.

Vamos com tudo! ;)

Gustavo Lacombe Sant'Ana

ps/obs.: comprei um livro! É! Quando estávamos no Mall, pra não perder a viagem, comprei um livro que tinha visto na sexta na livraria em Coconut Groove. "Steal Like an Artist" fala sobre o processo criativo. Muito legal.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

TBS volta aos EUA!

Sim, esse blog não morreu!

Depois de um longo e tenebroso, quer dizer, bom 2012, cá estou eu escrevendo no The Brazilian Snowmaker de novo. Para quem não o conhecia, esse blog foi usado para mandar notícias para a família e amigos durante o meu intercâmbio em 2010/2011. Na verdade, era mais usado pra escrever pra minha mãe e não ficar usando meu crédito do Skype. Agora, na versão 2012.Miami/California, o TBS vem à passeio aos EUA! Nada de trabalhar, nada de ficar pegando no pesado. Aliás, o snowboard vai ser pesado.

A preparação da viagem foi muito bem planejada. Trocando dinheiro um dia antes, pegando o passaporte no dia da viagem. Como vocês podem perceber, planejamento é o meu forte. O mais importante foi que eu peguei muita balinha Butter Toffee na sala da American Airlines. Graças a Deus eu tinha um episódio de The Walking Dead pra assistir no avião. Deu pra passar o tempo. Só não deu mesmo pra dormir. Pensei que fosse ficar com três poltronas, mas um cara resolveu sentar lá pra dar espaço pra filhinha dele dormir em dois assentos atrás da gente. Fala sério. A criança tinha muito tempo pra dormir. Eu não! ( =D )

Cheguei, fui pra fila da imigração e fiquei lá em pé por umas duas horas. Tenso. O oficial me perguntou um monte de coisas, não acreditou muito nessa coisa de eu ser estudante e meu pai estar pagando minha viagem. Eu tava com cara de terrorista com a minha barba por fazer e os meus óculos, que ele mandou tirar pra ver se o cara da foto do passaporte era eu mesmo. E era! Oh! Seis horas da manhã ninguém pode cobrar bom humor dos outros, certo?

A Giovana, minha prima, tava lá fora me esperando. Aliás, ela já tinha virado pedra. Sete horas da manhã, de Miami, eu estava esperando a mãe dela, a Thereza. Viemos pra casa e eu saí logo pra fazer compras. Não, mentira. Eu dormi mesmo. Depois que acordei é que eu fui com a Gio pro trabalho dela. Ela é atendente numa dessas lojinhas de Frozen Yogurt. O de Cookies'n'Cream é ótimo! dei uma volta lá por perto e voltei pra casa pra almoçar. Adivinhem o que eu comi? Bacalhau! É! Feito pela Thereza mesmo. O Tomáz, cubano gente boníssima e marido da The, almoçou comigo. Estamos planejando o boliche, um jogo de basquete, uma corrida... O Snowmaker não pode parar.

Vai ser bem curta a passagem por aqui. Um fim de semana e uma semana só. Pouca coisa. Mas vai valer muito a pena. Estar aqui é um sonho (que gay!). Mas é mesmo. A gente planeja e imagina tanto como vai ser quando estiver naquele ou em outra cidade ou situação e agora eu estou aqui. Não prometo postar um texto desses todos os dias, mas vou tentar mandar sempre notícias. Tô feliz, e em boas mãos aqui.

Saudades de MUITA gente!

Beijos, mãe!

Valeu, galera!

Gustavo

domingo, 1 de janeiro de 2012

Diário de Bordo 2

O mundo começou a acabar: 2012 chegou.

E aqui na Praia do Forte nada será como antes. Depois de chegarmos, abalarmos na praia jogando frescobol, volei e altinho, passeamos mais um pouco, fizemos compras... mas dia 30 passou. Ainda bem. Já que viemos para cá para poder festejar o Reveillon. E foi bom.

Pra isso aqui não ficar parecendo um diário de menina, vou contar logo sobre o amigo oculto. Afinal de contas, ficar o dia inteiro na piscina bebendo foi normal. Sair pra correr de manha no dia 31 é que foi mais uma vez o cúmulo. =] Dia 25 eu já tinha saído pra poder me desfazer da ceia, e ontem corri pra compensar a bebida que vinha de noite. Aliás, hoje, dia 1, eu também já saí pra correr. Foda, mas o projeto não pode parar...

Amigo oculto: nunca imaginei que meus amigos eram tão criativos. Ganhei meu próprio arroz, Lucas ganhou sua roupinha pra dar pro filho perdido nos EUA, Alemão trabalhou mais pra abrir os presentes do que três meses de intercambio, Tarsila agora tem um tesão de vaca pra sedução, Wagner tem sua própria barata para implicar com alguém, Carina tem seu kit para o carnaval 2012, Nilo vai ouvir muito Silvano Sales, Yasmin vai parar de feder, Mariana tem um celular a mais pra perder, Ka Yan vai fazer masi simpatias do que as desesperadas sem marido, Rafael vai beber muito nescau na canequinha do Restart, e Hugo ganhou sua própria faixa de piriguete (piada interna). UFA! Muitos presentes, muitas risadas!

Depois foi o momento da ceia. Impressionante como que o povo queria avançar logo na comida! E eu querendo falar... que deselegante! Mas eu também tava morrendo de fome. Depois de sufle de batata, pernil, e arroz, a gente bebeu. Mais. E com direito a amnésia coletiva! Araketu bombando no centro da vilinha de Praia do Forte, champagne showers na camisa de todos, fotos com populares, com homossexuais, e uma diversidade absurda na Bahia! SUCESSO!

Dia 1 foi domingo típico. O povo morto de cansaço, ninguém bebendo, tomando água. E eu saí pra correr. E chego em casa fico ouvindo as piadinhas do "Gus atleta". Quem me dera! O melhor do dia foi a surpresa que ganhei de aniversário. O povo que ainda tá aqui me deu presente, fez um brownie... Eles são foda. E foi muito bom passar reveillon aqui! E esse gostinho de quero mais vai ficar com certeza!

Que venha dia 2, minha volta, 7 horas em Recife, e dia 3! Que 2012 seja foda, bombástico. E que meu próximo post não fique parecendo um diário de menina!

É isso. Amanhã tem mais... corrida! =]

Gus Lacombe,

Atleta.