Time to come back home.
Gustavo,
Você cresceu, você mostrou para si mesmo que podia, que deveria seguir em frente, que não era hora de desistir quando se lutou tanto para chegar tão longe, provou para quem não acreditava que você é mais você porque não precisa de mais nada a não ser determinação. Você chorou, sorriu, lutou, conquistou, perdeu, ansiou, detestou, amou, snowboardiou, sweepou, mopou... Você viveu. E tá na hora de continuar vivendo.
Vem pro mundo real, Gustavo!
-
Textos do Bial à parte, parceiro, o momento chegou. Se eu já tinha sonhado com o momento em que escreveria na última noite em solo Americano, posso dizer que já esperava mais do que ansiosamente por esse que agora vivo: a expectativa de voltar ao Brasil e rever tudo que deixei. E que me esperou. E que seguiu. E que tá lá, de um jeito ou de outro, no mesmo lugar chamado Rio de Janeiro.
Tive a oportunidade de conviver com pessoas maravilhosas, conhecer outras tantas, e tudo isso já foi devidamente reportado aqui neste diário eletrônico. Porém, mais uma vez, quero deixar impresso meu Muitíssimo Obrigado a todos aqueles que fizeram parte dessa jornada. Sem vocês não teria sido perfeito, não teria sido do jeito que foi, do jeito que deveria ter sido.
Citando todos os brasileiros de Windham em uma única palavra, irmãos, mais uma vez agradeço por todas as broncas, os abraços, os beijos, as conversas, as brigas. Se foi difícil o começo, minha volta por cima não teria sido possível sem tê-los ao meu lado. Sei que nos veremos em breve, mas a saudade das noites na montanha ficarão para sempre. Construiremos outros episódios marcantes, mas como aqueles, não haverão, porque serão únicos.
Aos estrangeiros que tornaram a experiência mais rica e rica (gostosa, em espanhol), pela enésima vez demonstro aqui toda minha gratidão pelo que vivenciei ao lado de cada um. Se hoje me sinto confiante para abrir a boca e falar em inglês ou arriscar um portunhol, foi porque vocês me deram o que era preciso: alguém pra conversar. Aos que conviveram em Windham comigo e aos que passaram durante as minhas viagens pelos EUA, meu muito obrigado.
Aos amigos que fiz em situações pós-intercâmbio, mais uma vez gostaria de enaltecer como foi bom conhecer vocês. Se meus amigos de Windham faziam isso aqui ferver, vocês ajudaram a estourar a tampa da panela. Se meus dias aqui pegaram fogo, certamente em alguns deles foi porque vocês ajudaram e muito.
Aos parentes que me receberam, Ci e Tê, filhos e maridos, mais uma vez queria dizer que sem a hospitalidade de vocês não haveria viagem para Boston e Miami. Sem vocês não estaria nesse aeroporto com tantos dias na bagagem e tantas histórias mais para serem levadas para casa.
A todos que estão me esperando no Brasil: chegou a hora!
Valeu, galera, sem tudo isso não teria sido perfeito pra mim.
-
Sinto falta de acordar e ficar chateado em ter que ir trabalhar. Queria mesmo era ir fazer um snowboard bem feito, descer a Why Not, a Wolverine ou a Wedel. Mas, vá lá, tava ganhando 8 a hora para poder comprar minhas coisas da Lacoste, né Wagner? E pra isso, só lavando muita escada, né Betão? Deixa o snowboard com o Nilo, Pretto, Lucas, Rafael e Gulherme pra depois.
Aliás, quando ainda fazia neve lembro de reclamar muitas coisas pro Nilo e pro Pretto. E eles me aturaram muito. E em casa ainda tinha que aturar o Bruno. Mas até que ele não fazia tanta bagunça no banheiro quando o Diego. Se a Beck foi aquela zona, só comecei a realmente me tranquilizar quando descobriram que tínhamos 3 geladeiras, não apenas 2 para 25 pessoas. E o Renzo até que administrou bem nossa casinha.
Sinto falta da Cottage com a Ka Yan, o Hugo, a Yasmin, a Tarsila fazendo caras e bocas, a Carina dançando arrocha comigo, a Karol, o Andrew, e os outros já citados. E a Mariana, que não teria formado o casal mais louco que eu já vi na vida com o Rafa. Valeu muito a pena cada cerveja que tomei por lá.
Sinto falta de chegar na montanha e ter que olhar pro Josh esperando ordens nas trilhas na qual desceria, ou escutar a Queen of Clean dizer "shit job". Era engraçado ao menos. Não sinto falta, apenas, de ter que decifrar se a Stephanie estava de bom ou mal humor para poder pedir, perguntar, reclamar, qualquer coisa.
Queria mesmo era ter levado a Maya embora comigo. A mulher mais santa que eu já conheci (e que todos sabemos seu segredo para ser tão gentil) é a secretária perfeita. Todo problema que tive ela me ajudou a resolver, a entender, a não se aborrecer. Isso é um anjo disfarçado de pessoa, brother!
Estranho não ter que pegar um shuttle pra qualquer lugar. Nem que seja pra um parque da Disney! Ah, como eu fui feliz lá! Virei criança de novo por 5 dias que valeram muito. E sem falar de NYC com a mamãe ou com a Família Carter, que viverá para sempre. Depois Boston e Miami. O raspo do tacho foi SENSACIONAL! E sem querer esquecer nenhuma viagem, Washington foi apaixonante e Albany foi produtivo (meus violões vieram de lá, né!). Viajei muito, e se Woodbury contar, queria pedir minha alma de volta, porque o primeiro pedaço dela eu deixei lá depois de gastar aos tubos!
Vai ser difícil voltar, vai bater aquela deprê, vou querer pegar o primeiro voo para tudo que aconteceu, mas já não dá, e nunca daria. Nem se tivesse uma máquina do tempo eu voltaria. Se ficar melhor estraga, se tirar macula. Deixa do jeito que tá, porque foi bom. Foi maravilhoso. E chegou ao fim, como tudo na vida.
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O que fazer com o blog? Me perguntei isso mais umas vinte milhões de vezes, e fico triste com a constatação de que esse pode ser o último post. Aliás, eu tenho que escrever como foi voltar para casa. YES! Ainda há vida pós-States. E nesse próximo post espero não estar tão saudosista. Vai ser hora de rever meu quarto! Aeee. Como eu sinto falta daquele cantinho.
Esse espaço aqui ficará aberto a visitação. Será um lugar para lembrar de tudo: como foi, como era, como seria se não fosse não vale. Vai ser meu templo. Vai ser um lugar para recordar. Vai ser um pedaço de mim que compartilhei com tantas pessoas e que tantas mais retribuíram com o simples gesto da leitura. Esse lugar vai ser quatro meses (verbo no singular porque o sujeito está no singular) da minha vida. E não foi pouco.
Se já agradeci a tantos por terem passado por minha vida durante esse período, queria agradecer a todos, como já comecei no último parágrafo, que leram minhas aventuras. Se não houvessem leitores, não haveria escritor. Muito obrigado pela leitura do blog. The Brazilian Snowmaker me ajudou a contar meu dia-a-dia, meus problemas, minhas inseguranças, minhas conquistas, meus desejos, meu eu. Me ajudou, mais do que tudo. E por isso me orgulho tanto de ser o dono desse blog.
Faltando apenas alguns minutos para embarcar, vai ficando mais do que nunca a sensação de dever cumprido. Hora de abraçar quem me espera e deixar quem me abraçou.
VALEU, VIDA!
É hora de voltar.
Gustavo Lacombe Sant'Ana,
The Brazilian Snowmaker.
terça-feira, 12 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Daqui já vou.
Última noite de States. – Como eu volto?
Última noite em que escrevo daqui dos EUA. Amanhã nesse horário eu já estarei no aeroporto esperando para embarcar em direção aos entes queridos que deixei no Brasil enquanto engrandecia por aqui. E volto querendo gritar pra quem quiser ouvir que não sou outro, sou o mesmo Gustavo, diferente apenas.
Se os três meses de trabalho me fizeram ter um senso em relação a vida que me faltava (tava na hora de ter mais responsabilidade, não?), o mês de viagem me fez ver o quanto é bom conhecer lugares, pessoas, aproveitar pra ser feliz enquanto é tempo. Porque o tempo, parceiro, passa voando. E ai daquele que não estiver aproveitando a vida, já que cada segundo desperdiçado não volta.
Estou feliz. Fui feliz. Serei mais feliz ainda. E se bater aquela saudade de estar por aqui vai ser a certeza de que tudo valeu a pena. E olha que eu sonho com esse momento: estar no Brasil morrendo de saudade do meu intercâmbio. E eu sonhei com este momento, em que sentaria de fronte ao computador para colocar as impressões dos últimos dias por aqui. É, tá acabando.
Tá acabando porque amanhã ainda tem atividade. Quem foi que disse que arrumar a mala (MAIS UMA VEZ!) não é divertido? Vou poder ver mais uma vez tudo que eu comprei, tudo que me fez ver que valeu a pena estar por aqui, as lembranças materiais que me levarão às imateriais, e sei que vou chorar, rir, me alegrar e até entristecer, porque nada é 100% feliz. E, graças a Deus, nem 100% triste.
Hoje o dia foi típico Miami. Shopping. Se já tinha tido a Aventura e o Jacaré, hoje foi a vez do Golfinho Dolphin Mall me receber. E lá se vai comprovando minha vocação para gastar. Seu consumistinha, né? Sim! Vai gostar de comprar assim que nem mulher lá em Miami. =]
E mesmo isso vai fazer falta. Tudo que estava relacionado ao meu inter vai fazer falta. Estar em Nova York me falta, estar com Cibele e os meninos me falta, estar com a Lis me falta, estar com os amigos que dividiram Windham comigo me falta. Miami faltará. Mas o Rio tá aí. É hora de cantar Tom Jobim de novo, um Samba no avião e que Deus me leve em paz. E o piloto da AA também.
Entretanto, não quero passar por alguém que está sem saudades de casa. Como já disse um milhão de vezes aqui, o Rio me falta, a UFRJ me falta, as pessoas me faltam... E é isso que eu tô indo matar a vontade. Quero uma batucada, a cadência do samba, o calor de uma praia num domingo, ver meu Mengão jogar. É bom voltar. É bom dizer: estou voltando!
E que quem estiver no aeroporto me receba de braços abertos, porque volto com vontade de abraçar o Cristo, de abraçar o Pão de Açúcar. De abraçar o Rio. Que quem não estiver por lá possa ansiar por me ver, assim como eu anseio olhar nos olhos de cada um dos amigos que deixei por aí. Assim como eu quero rever todos de Windham na semana santa. “Vem, pra realidade, Gustavo”, já ouço o Bial dizer.
“Vem pra casa, Gustavo”, eu ouço minha mãe dizer.
E eu tô indo.
Gustavo Lacombe,
Indo.
domingo, 10 de abril de 2011
Como um dia de Domingoooo!
Meus domingos nunca são iguais.
Já faz tempo que um domingo meu não se repete. Conhecido por mim como o dia em que a diversão acaba, o primeiro dia da semana na agenda de quem não tem o que fazer é sempre uma caixinha de surpresas. Na ordem, os ultimos lugares que estive preencheram as atividades nesse dia de descanso, ou nem tanto assim. Windham, Orlando, Nova York, Boston e Miami. Semana que vem Rio de Janeiro. E tão prometendo Lavras. É, irmão, meu destino é o mundo mesmo!
Mas enquanto o voo da AA não vem, a gente vai levando. E levar, em Miami, é a parte mais fácil. Depois de ir a Lincoln Road e ao Aventura Mall, na sexta eu fui no shopping do Jacaré. GIGANTE! Se você já foi a Woodbury e se impressionou com o tamanho de lá, não tem noção do quão grande é aquela porra. Localizado ao norte de Miami, perto da cidade de Ft. Lauderdale, O Sawgrass Mills é o paraíso para quem vem a Florida com um objetivo: zerar a conta e voltar carregado de coisa nova.
No mesmo dia também dei um pulo em Miami Downtown para dar uma olhada nas lojinhas de Cubanos, Marroquinos, Judeus e Muçulmanos que se espalham por essa cidade maluca, linda e que me faz ficar com mais saudade do Rio. Do centro da cidade até a casa da Carol, eu sei andar. Pra baixo, não me pergunte porque tudo parece tão igual que não tem como saber aonde você está indo. Mentira, tem, mas eu não consegui me achar ainda.
Na sexta de noite eu saí da casa da Carol. Vim para a casa da Teresa, outra prima (como essa família é grnde, meu Deus!), e vou ficar por aqui até terça na hora do voo. Tê, como a gente a chama carinhosamente, tem dois filhos: O Rodrigo, 20, e a Giovana, 16. Que me fazem lembrar muito da Juliana e do Hiago em Boston, ou até mesmo, por que não?, de mim e da Higuy (Cala a Boca, Higuy!). Assim, depois de deixar a suíte presidencial na casa dos De Sá, vim para a sala dos Oliveira. Não estou reclamando! Estar aqui com primos que eu nem sequer sabia que existiam é muito legal mesmo!
Ontem, sábado, fui almoçar com a família para comemorar o cumpleaño do Tomáz, o marido da Tê. Depois fui dar umas voltas com ela e a Gio por aqui mesmo. Fui a Key Biscayne, fui ao shopping (pra variar), conheci a escola da Joca, vi um moooonte de Ferraris, e depois voltei. De noite saí com o Rodrigo para uma espécie de Armando Lombardi do Rio. Muito bom. Cada sábado é uma night diferente? Tomara que continue assim, que o ritmo tá bom!
Hoje eu tinha uma promessa de ir a praia, mas o Rodrigo ainda não acordou e acho que vai melar. Eu ainda tenho que comprar algumas coisas que me foram encomendadas, outra mala (porque as minhas coisas já não cabem mais na mala), e ser feliz, porque é isso que interessa por aqui!
Vou ficar por aqui já que a atualização está feita.
Um queijo!
Gustavo Lacombe,
Em seus últimos momentos na América!
Já faz tempo que um domingo meu não se repete. Conhecido por mim como o dia em que a diversão acaba, o primeiro dia da semana na agenda de quem não tem o que fazer é sempre uma caixinha de surpresas. Na ordem, os ultimos lugares que estive preencheram as atividades nesse dia de descanso, ou nem tanto assim. Windham, Orlando, Nova York, Boston e Miami. Semana que vem Rio de Janeiro. E tão prometendo Lavras. É, irmão, meu destino é o mundo mesmo!
Mas enquanto o voo da AA não vem, a gente vai levando. E levar, em Miami, é a parte mais fácil. Depois de ir a Lincoln Road e ao Aventura Mall, na sexta eu fui no shopping do Jacaré. GIGANTE! Se você já foi a Woodbury e se impressionou com o tamanho de lá, não tem noção do quão grande é aquela porra. Localizado ao norte de Miami, perto da cidade de Ft. Lauderdale, O Sawgrass Mills é o paraíso para quem vem a Florida com um objetivo: zerar a conta e voltar carregado de coisa nova.
No mesmo dia também dei um pulo em Miami Downtown para dar uma olhada nas lojinhas de Cubanos, Marroquinos, Judeus e Muçulmanos que se espalham por essa cidade maluca, linda e que me faz ficar com mais saudade do Rio. Do centro da cidade até a casa da Carol, eu sei andar. Pra baixo, não me pergunte porque tudo parece tão igual que não tem como saber aonde você está indo. Mentira, tem, mas eu não consegui me achar ainda.
Na sexta de noite eu saí da casa da Carol. Vim para a casa da Teresa, outra prima (como essa família é grnde, meu Deus!), e vou ficar por aqui até terça na hora do voo. Tê, como a gente a chama carinhosamente, tem dois filhos: O Rodrigo, 20, e a Giovana, 16. Que me fazem lembrar muito da Juliana e do Hiago em Boston, ou até mesmo, por que não?, de mim e da Higuy (Cala a Boca, Higuy!). Assim, depois de deixar a suíte presidencial na casa dos De Sá, vim para a sala dos Oliveira. Não estou reclamando! Estar aqui com primos que eu nem sequer sabia que existiam é muito legal mesmo!
Ontem, sábado, fui almoçar com a família para comemorar o cumpleaño do Tomáz, o marido da Tê. Depois fui dar umas voltas com ela e a Gio por aqui mesmo. Fui a Key Biscayne, fui ao shopping (pra variar), conheci a escola da Joca, vi um moooonte de Ferraris, e depois voltei. De noite saí com o Rodrigo para uma espécie de Armando Lombardi do Rio. Muito bom. Cada sábado é uma night diferente? Tomara que continue assim, que o ritmo tá bom!
Hoje eu tinha uma promessa de ir a praia, mas o Rodrigo ainda não acordou e acho que vai melar. Eu ainda tenho que comprar algumas coisas que me foram encomendadas, outra mala (porque as minhas coisas já não cabem mais na mala), e ser feliz, porque é isso que interessa por aqui!
Vou ficar por aqui já que a atualização está feita.
Um queijo!
Gustavo Lacombe,
Em seus últimos momentos na América!
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Habemus Depósito!
Aperto, irmão, só de mão!
Continuo em Miami, bitches! E por aqui eu já vou fazendo a aclimatação pra volta ao Rio. Um sol absurdo, carros escrotos na rua, mulheres lindas no shopping, gostosas na praia, e o dinheiro pulando do meu bolso (e olha que se eu não olho meus meninos eles se perdem por aí). Enfim, tirando meu sensacionalismo (viu, mãe, a faculdade tá me ajudando a escrever melhor... ou pior, dependendo do referencial!), tá tudo ótimo. Aperto só de mão, crise só de garganta, e liso só os meus cabelos.
Depois de três dias aqui nessa cidade, e três dias a menos nos EUA, já sinto o frio na barriga de rever todo mundo. Tá na hora, pessoal! Enquanto a quarta não chega, eu fico por aqui com o que sobrou do amor. Do amor pelo trabalho. Do amor pelas quartas em que o pay-check batia na conta. Eita, que sensação boa!
Bom, mas parando de enrolar e falando sobre minhas atividades nos dias posteriores, começo com a (advinha?) quarta. Cheguei de Boston depois de mofar mais de uma hora e meia no aeroporto da capital de Massassachuchussetsts... Cheguei e mofei em Miami. Explico: A Carol, filha-da-amiga-da-minha-mãe que me recebeu aqui, estava trabalhando e por um segundo até achou que eu não viria, já que tinha passado do horário que eu disse que ligaria. Mas acabou dando tudo certo e por volta das 19hrs desse dia eu já tinha abrigo!
Localizada em Miami Shores, a casa da Carol me proporcionou a alegria de ter uma suíte só pra mim depois de 3 semanas divindo meu quarto com alguém. Sim, isso faz uma difereeeeença. Aí dormi (dãã...). Na quinta de manhã, depois de uma breve consulta ao Google Maps (que Deus o abençoe), parti em direção a Miami Bitch, digo, Beach. No ônibus, quer dizer, no meu Mercedez americano, ia olhando a paisagem entre uma pescada e outra. Dormir rules! Até que desembarquei na Lincoln Road.
Diferente de todas as cidades em que já estive, Miami (em sua parte turística) junta o clima do Rio (jamais falaria as praias, porque as do Rio dão de 10), com a sensualidade Latina dos habitantes da cidade. Já viu Miami Vice? Já viu Bad Boys? É exatamente igual. E pra quem gosta, é um prato cheio.
No mesmo dia, ainda fui ao Bayside Market. Lá é aonde está o Hard Rock, e aonde eu comprei mais um pin para a minha coleção. São muitos agora. O que começou com a recordação da Disney de um Mickey tocador de guitarra, se transformou em uma das coisas que mais me deixam felizes de comprar: pins que vão me fazer lembrar de cada lugar por onde passei. Almocei no Subway (se é que isso pode ser chamado de almoço) e voltei pra casa.
Assisti o jogo do Barça (5 a 1!), vi o resto de Blue Mountain State (série muito maneira que descobri aqui!) que faltava, vi o jogo do Fluminense (peeerdeeeeu!), adicionei umas músicas que minha prima Ju passou pra mim, passei as fotos do Cartão pro PC. Opa! PC não... pro Mac. PC é coisa de pobre! E depois fui dormi. Sim, ainda jantei e tomei banho... =]
Hoje acordei sem pressa, tomei um café, fiquei no meu quarto de bobeira, tomei banho (sim, de novo! pq?) e parti pro Aventura Mall. E é uma aventura mesmo ir pra lá. Andar pela linha do trem, atravessar em lugares em que o sinal para pedestres só tem luz vermelha, pegar o ônibus com haitianos, cubanos, e outros afins olhando para você como se você carregasse a última bolacha do pacote, e ver que o ônibus que pegou dá uma volta de uma hora e meia até chegar lá. Mas, tirando isso tudo, foi de boa.
O Mall (shopping não existe!) é grande, com lojas em que não dá nem pra sorrir dentro que paga. Mas eu fui lá tirar uma onda de brasileiro gastador em Miami. Apple, Abercrombie, Godiva, Hugo Boss, Lacoste, Ferrari Store, Sony Style... passei por tudo lá, irmão! E ir a shoppind é sempre um barato. Você olha olha olha, e não leva nada! Uso como forma de gastar as calorias que adquiri durante a temporada.
As únicas coisas que eu comprei foram... Não interessa o que eu comprei. Mas me diverti.Amanhã eu vou encontrar com o amigo do meu pai, o Humberto, que vai me levar a outro shopping em que ele disse que dá pra ser feliz. Então belezaaaa! É Noiiiixxxx!
Ainda tem o fim de semana pela frente, não esqueçamos. Depois disso, é só esperar pelo voo de volta! Brasil, tô chegando!!
Gustavo Lacombe,
Sant'Ana.
ps.: Coisinha que escrevi no Facebook e queria registrar aqui também.
Rio, já já to de volta! Prepara um fim de semana com muito Sol porque eu mereço! E avisa pra Nova York n ficar com ciúmes n, pq do que adianta ser grande e linda daquele jeito, se não tá nos trópicos, não tem essas praias, não tem meu Flamengo, e nem meu samba? Avisa pra Nova York, Rio, que eu volto feliz. Diz a Orlando que lá fui criança de novo e adorei, e lembra a Hudson e Boston que eu volto um dia pra visitar! Ah, e manda desculpas a Miami por só ter usado ela. Te amo, Rio!
Continuo em Miami, bitches! E por aqui eu já vou fazendo a aclimatação pra volta ao Rio. Um sol absurdo, carros escrotos na rua, mulheres lindas no shopping, gostosas na praia, e o dinheiro pulando do meu bolso (e olha que se eu não olho meus meninos eles se perdem por aí). Enfim, tirando meu sensacionalismo (viu, mãe, a faculdade tá me ajudando a escrever melhor... ou pior, dependendo do referencial!), tá tudo ótimo. Aperto só de mão, crise só de garganta, e liso só os meus cabelos.
Depois de três dias aqui nessa cidade, e três dias a menos nos EUA, já sinto o frio na barriga de rever todo mundo. Tá na hora, pessoal! Enquanto a quarta não chega, eu fico por aqui com o que sobrou do amor. Do amor pelo trabalho. Do amor pelas quartas em que o pay-check batia na conta. Eita, que sensação boa!
Bom, mas parando de enrolar e falando sobre minhas atividades nos dias posteriores, começo com a (advinha?) quarta. Cheguei de Boston depois de mofar mais de uma hora e meia no aeroporto da capital de Massassachuchussetsts... Cheguei e mofei em Miami. Explico: A Carol, filha-da-amiga-da-minha-mãe que me recebeu aqui, estava trabalhando e por um segundo até achou que eu não viria, já que tinha passado do horário que eu disse que ligaria. Mas acabou dando tudo certo e por volta das 19hrs desse dia eu já tinha abrigo!
Localizada em Miami Shores, a casa da Carol me proporcionou a alegria de ter uma suíte só pra mim depois de 3 semanas divindo meu quarto com alguém. Sim, isso faz uma difereeeeença. Aí dormi (dãã...). Na quinta de manhã, depois de uma breve consulta ao Google Maps (que Deus o abençoe), parti em direção a Miami Bitch, digo, Beach. No ônibus, quer dizer, no meu Mercedez americano, ia olhando a paisagem entre uma pescada e outra. Dormir rules! Até que desembarquei na Lincoln Road.
Diferente de todas as cidades em que já estive, Miami (em sua parte turística) junta o clima do Rio (jamais falaria as praias, porque as do Rio dão de 10), com a sensualidade Latina dos habitantes da cidade. Já viu Miami Vice? Já viu Bad Boys? É exatamente igual. E pra quem gosta, é um prato cheio.
No mesmo dia, ainda fui ao Bayside Market. Lá é aonde está o Hard Rock, e aonde eu comprei mais um pin para a minha coleção. São muitos agora. O que começou com a recordação da Disney de um Mickey tocador de guitarra, se transformou em uma das coisas que mais me deixam felizes de comprar: pins que vão me fazer lembrar de cada lugar por onde passei. Almocei no Subway (se é que isso pode ser chamado de almoço) e voltei pra casa.
Assisti o jogo do Barça (5 a 1!), vi o resto de Blue Mountain State (série muito maneira que descobri aqui!) que faltava, vi o jogo do Fluminense (peeerdeeeeu!), adicionei umas músicas que minha prima Ju passou pra mim, passei as fotos do Cartão pro PC. Opa! PC não... pro Mac. PC é coisa de pobre! E depois fui dormi. Sim, ainda jantei e tomei banho... =]
Hoje acordei sem pressa, tomei um café, fiquei no meu quarto de bobeira, tomei banho (sim, de novo! pq?) e parti pro Aventura Mall. E é uma aventura mesmo ir pra lá. Andar pela linha do trem, atravessar em lugares em que o sinal para pedestres só tem luz vermelha, pegar o ônibus com haitianos, cubanos, e outros afins olhando para você como se você carregasse a última bolacha do pacote, e ver que o ônibus que pegou dá uma volta de uma hora e meia até chegar lá. Mas, tirando isso tudo, foi de boa.
O Mall (shopping não existe!) é grande, com lojas em que não dá nem pra sorrir dentro que paga. Mas eu fui lá tirar uma onda de brasileiro gastador em Miami. Apple, Abercrombie, Godiva, Hugo Boss, Lacoste, Ferrari Store, Sony Style... passei por tudo lá, irmão! E ir a shoppind é sempre um barato. Você olha olha olha, e não leva nada! Uso como forma de gastar as calorias que adquiri durante a temporada.
As únicas coisas que eu comprei foram... Não interessa o que eu comprei. Mas me diverti.Amanhã eu vou encontrar com o amigo do meu pai, o Humberto, que vai me levar a outro shopping em que ele disse que dá pra ser feliz. Então belezaaaa! É Noiiiixxxx!
Ainda tem o fim de semana pela frente, não esqueçamos. Depois disso, é só esperar pelo voo de volta! Brasil, tô chegando!!
Gustavo Lacombe,
Sant'Ana.
ps.: Coisinha que escrevi no Facebook e queria registrar aqui também.
Rio, já já to de volta! Prepara um fim de semana com muito Sol porque eu mereço! E avisa pra Nova York n ficar com ciúmes n, pq do que adianta ser grande e linda daquele jeito, se não tá nos trópicos, não tem essas praias, não tem meu Flamengo, e nem meu samba? Avisa pra Nova York, Rio, que eu volto feliz. Diz a Orlando que lá fui criança de novo e adorei, e lembra a Hudson e Boston que eu volto um dia pra visitar! Ah, e manda desculpas a Miami por só ter usado ela. Te amo, Rio!
terça-feira, 5 de abril de 2011
I'm in Miami, BITCH!
Country Road, take me home!
Hey, povo! Long time no see you, guys! Sentiram minha falta? Fazia tempo que não atualizava essa página na atmosfera internética, e por isso mesmo, as cobrançaas já vinham fortes. Porque, parceiro, missão dada pela mãe (mandar notícias através dessa ferramenta da web), tem que ser missão cumprida.
Desde o último post muita coisa aconteceu. Tá, passaram-se muitos dias e quase nada aconteceu. Tá, se você insistir e disser que só porque eu estou aqui muita coisa diferente se sucedeu, eu também apoio. Enfim, cada um aceita a verdade que quer e ouve a mentira que mais lhe convém. Mas esse texto é cheio de verdades. Longe de mim já chegar aqui imbuído de uma vontade ancestral em mentir sobre os fatos que ocorreram.
Parando com a conversa mole, vamos ao que interessa. Estou dentro do ônibus, em direção ao aeroporto de Boston. Esse post só será publicado assim que eu achar um hot spot da Boingo por lá e me conectar na grande rede. Aqui, na linha Logan – Framingham, apenas digito o post.
Pra quem não lembra (eu, inclusive), no último post eu estava prestes a subir no Rockfeller Center com a minha mãe. Subi, vi, e me deslumbrei com a vista lá de cima. Chegamos umas 6 e meia (que é quando começa se pôr o sol) e ficamos até umas 8 e meia. Dentre os destaques, conheci um grupo de brasileiros muito bacana que ficou um tempo trocando uma idéia bem legal comigo e com a D. Virgínia. Pena que não peguei contato de nenhum deles. Mas, enfim, aquela vista é de tirar o fôlego, e NYC ficará marcada em mim pra sempre. Amei aquilo lá.
No dia seguinte demos umas voltas de metrô para poder gastar o que ainda tinha no cartão. E deu certo! YES! Gastar é com a gente mesmo. Depois do derradeiro passeio na Times, foi hora de passar sufoco com o Shuttle pro aeroporto. Quase perco meu voo por causa de 5 minutos. Mas não perdi, e cheguei em Boston depois de uma ponte aérea entre as duas cidades (meia hora apenas!).
Já no Logan (o aeroporto daqui), peguei um bus rumo a Framingham. Localizada a meia hora ao norte (porra, pega o mapa!) de Boston, é aonde esse ônibus (de merda! O Trailways tinha internet, po!) nos deixa. Foi nessa cidade que Cibele, prima de quarto grau do meu pai, me buscou.
Eu já conhecia Cibele de outros carnavais.... Uma vez, quando eu tinha um ano, ela passou lá em casa antes de vir embora pros EUA. Eu é que não lembro mesmo. E depois a gente se encontrou em novembro passado durante sua rápida escala no Rio, quando ela voltava pela primeira vez ao Brasil depois de ter ido.
Fui com ela pra Hudson, onde montei minha base pelos últimos 7 dias. Ao chegar em casa (ela me deixou tão à vontade que a casa é meio minha também), fui apresentado ao Humberto (marido) e Hiago (filho). Já tinha ouvido falar muito dos dois, mas o único membro da família que eu conhecia era a Ju, filha da Ci, que é um amor de pessoa. Só não implica muito porrque ela é campeã panamericana de Jiu-Jitsu.... e desce o cacete mesmo!
Apresentado formalmente à todos que dividiriam o mesmo espaço comigo pela próxima semana, comi uma galinhada que me fez tirar a barriga da miséria! Como é bom estar em casa de brasileiros que moram fora, seus parentes, e que ainda te deixam à vontade. Tudo de bom!
A quinta e a sexta passaram sem maiores acontecimentos. Conheci a cidade, fui a Boston (nem consegui fazer todos os programas que eu queria, mas tudo bem. De verdade, tudo bem...), conheci uns outros brasileiros, mas o dia que mais me agradou foi o sábado.
Não porque o Flamengo tenha saído do jejum de vitórias, não porque eu tenha ido ao óutilét (Outlet)... Mas, sim, porque fui pra uma night! AEEEE! Depois da Pacha em NYC, outra night era muito bem-vinda. E veio com força. Pra começar, dividi uma garrafa de Smirnoff com meu primo, mas às custas de uns dois milkways, a bebida não me pegou tão de jeito de não. Foi o suficiente para dançar trance-house-disco-eletro-music até o sol raiar. Literalmente.
Chegamos em casa no domingo às 7 da manhã, brother! Se a Cibele ficou chateada com a gente? Ficou, um pouco, mas ia dizer o quê? Se afinal de contas, ela que mandou a gente sair e se divertir porque o primo do Rio ia ficar pouco tempo e era mesmo pra eles irem se divertir.... E a gente foi, ué!
Domingo passou devagar. Tirando as dores de cabeça que eu sentia um dia antes, além de um estado febril que passou assim como veio, do nada, tudo foi perfeito. Ontem eu ainda saí com o Humberto para vermos o avião dele no aeroporto de... putz, esqueci o nome do aeroporto. Foda-se. A gente foi lá, viu o avião (muito maneiro, por sinal), demos uma volta na pista (onde ele cimentou muita coisa), e depois fomos na casa do Tales, um outro brasileiro radicado por aqui muito gente fina. Deu tempo de tomar 3 brejas (porra, breja, não! Breja é coisa de paulista. CERVA!). Deu tempo de tomar umas 3 cervas, comer uma canjiquinha no capricho, e partir pra casa.
Na última noite aqui em Hudson nada foi diferente. Dormi tarde (porque todos na casa dormem tarde), no sofá (que aprendeu a me acolher durante a minha estada), e ouvindo muito a Cibele reclamar com os meninos da bagunça no quarto deles. E olha que a Cibele fala, viu! E olha que os meninos nada fazem, viu! Então, o jeito era rir e ouvir aquilo tudo todo dia.
Hoje de manhã não foi diferente. Enquanto eu já estava pronto, a Juliana enrolava, parecendo querer perder o primeiro tempo do colégio. E não perdeu. Humberto me levou até a rodoviária de Framingham, e cá estou eu atualizando o bloguinho.
Agora é hora de desligar o maquinário posicionado sobre meu colo e aquecer as turbinas do avião, porque Miami vem que vem que vem quicando. E daqui a uma semaninha eu tô de volta no Rio.
Amém!
Gustavo Lacombe,
The Brazilian Snowmaker
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