Daqui de Windham tudo parece tão estranho.
Depois de um longo tempo sem ver vocês (o último post foi o primeiro da sequencia de contribuições ao blog - Albertinho da Bahia escreveu o que foi o WE para ele), volto a escrever aqui no TBS (The Brazilian...). De sábado para cá muita coisa aconteceu. Saiu o primeiro paycheck da HellWeek, já fui a Washington passear, ja fui a Hunter snowbordiar e os primeiros companheiros de jornada já se vão.
Para começar, queria destacar a viagem muito boa que fiz para a capital dos EUA com os amiguinhos brasileiros (nem todos foram) e dois internacionais, que foram dayrizando nossa viagem. Saímos daqui segunda, e não vou falar nada de domingo porque nada de interessante aconteceu nesse dia tirando uma festa aqui na Beck, chegamos em Washington D.C. por volta das 2 da manhã de terça. Fomos os últimos a chegar depois que Bruno Mineirin se enrolou com os comandos do GPS da Hertz (um lixo!) e, também, por prestar mais atenção na sua namorada e co-piloto Paola.
No dia seguinte fomos ver Abraham Lincoln e seu memorial, fomos ao monumento a George Washington e ao Aquário Nacional (uhul! - demais! - joinha!). Depois nos perdermos do pessoal, acabamos encontrando a galera na Marshalls, loja já citada aqui como sendo a Lojas Americanas dos EUA, com o charme de ser nos EUA. De noite um KFCzinho de leve e todo mundo morgou. Detalhe: A Mariana, aquela mesma que fica com o Rafa Locão, tava com o pé cortado e cismou que eu deveria fazer uma massagem no pé dela. Vê se pode!
Aliás, todo mundo estava com os pés estragados. Na cidade tem-se a opção de alugar uma bicicleta e rodar por certos pontos da cidade, mas a gente fazia tudo no expresso Canela mesmo. E não tem como se arrepender. A cidade é linda, com construções de tirar o fôlego de qualquer um, e rica em história do mundo e dos EUA. Uma belíssima opção para se morar.
Já na quarta, sem um dos três carros que saíram de Windham (foram para Atlantic City), visitamos o museu Aeroespacial e o museu de História Natural, ambos pertencentes ao grupo Smithsonian. No final do dia ainda deu tempo de visitar o memorial a Thomas Jefferson. Todos esses lugares aqui citados são de se perder o fôlego. Bonitos, bem conservados e cheios de significados.
Em cada um dos dias fizemos os programas preferidos dos americanos. Visitar a Casa Branca? Não, isso eu também vi, como o Capitólio, mas o que eles realmente gostam é de Mc Donald's e Starbucks. Junky food? É com a gente mesmo, parceiro. Depois de três meses comendo a comida da cafeteria, qualquer coisa desce.
Já de volta a Windham (chegamos na madruga de quarta para quinta), fui surpreendido com o convite de ir a Hunter esquiar. Em 5 minutos meu dia mudou: do marasmo de Windham para as pistas íngrimes da cidade a 8 milhas daqui. O dia em si? Muito bom. Tirando a neve que não estava lá essas coisas, foi bem legal ter saído da cidade pacata e ido pra mais ainda. Duas montanhas diferentes, com atrativos diferentes, mas que valem a pena de serem conhecidas. Eu fui nas duas, amigo. Agora, pelo menos, já posso dizer que fui passar três meses esquiando em algumas montanhas perto de Nova Iorque...
Cheguei, estou atualizando o blog e me preparando para ir pra despedida de Andrew e o jantar dos Lodge Maintenance. É, ainda não esqueci dos meus afazeres na montanha. Duas semanas ainda pra defender o leitinho das crianças.
É isso pessoal, queria só deixar vocês à par da situação aqui e dizer que valeu, tá valendo e ainda valerá muito todas as experiências vividas aqui.
Um grande Abraço,
Gus Lacombe,
The Traveler Snowmaker
obs: Andrew, boa sorte na volta pra casa, foi um prazer enorme conhecer você. Tudo de bom, cara!
Nenhum comentário:
Postar um comentário